Casada com um homem lindo há 5 anos e viajando muito com ele por esse mundo.
Morando atualmente em Sheffield, Inglaterra (estamos os dois estudando por aqui).
Sou de Libra, ascendente Gêmeos.
Gosto de ir ao cinema, de fazer trabalhos manuais, de me manter ocupada inventando qualquer coisa!
E de sorvete de nata-goiaba e de um bom papo! Gosto do verão, do calor.
Não gosto de situações enfadonhas (quem gosta?). Não gosto do frio.
Detesto acordar cedo. Não suporto a minha impaciência.
Após a tão esperada aquisição de uma iogurteira - algo recomendado por uma amiga há muitos anos, por sermos consumidores compulsivos de tal iguaria - eu finalmente tentei fazer iogurte caseiro.
Consegui o equipamento numa loja de caridade por 3 libras. Fazendo-se as devidas contas, em duas semanas teremos lucro com a aquisição. Sem contar com a possibilidade de ter um produto fresquinho feito em casa.
O único problema é que na caixa não veio nenhuma instrução. Mas também seria pedir demais pra um produto de charity shop. De qualquer maneira, internet ta aí pra quê mesmo?!
Depois de pesquisas contínuas, ontem dei início ao procedimento e hoje de manhã eis que surge o resultado: Fracasso.
A receita é até bem simples: Mistura-se 1 litro de leite morno com um copo de iogurte natural e deixa pernoitar no quentinho pros bichinhos do leite (lactobacilos) se multiplicarem (vivos).
Objetivo da missão: Obter um iogurte espesso e gostoso.
Procedimento: Ao invés de deixar o leite pernoitar na iogurteira, o que dariam aí no máximo umas 10 horas, deixar na iogurteira 17 horas!!!
Resultado: Eu assassinei os bichinhos. Mais um pouco e o iogurte virava queijo...
Tem problema não. Eu nunca desisto antes da segunda tentativa.
Hoje comecei a tomar ginseng.
Aparentemente ele ajuda a manter a concentração.
Se vai funcionar ou não eu digo quando os próximos trabalhos da faculdade começarem a surgir.
Dizem ser bom também para o desempenho sexual. Será que eu vou virar uma sex bomb? Digníssimo: prepare-se!
Ontem, depois do trabalho, saí com as meninas lá do trabalho para a despedida da minha gerente que vai ser hospitalizada no final dessa semana.
Até aí nada mais normal: um monte de meninas saindo pra tomar uns drinks depois do trabalho.
O único diferencial é que eu tenho idade pra ser neta da grande maioria delas.
A princípio eu tava achando o maior barato aquela algazarra. O que prova que o tempo passa, mas nós continuamos as mesmas gazelinhas!
Mas eu comecei a me sentir um peixe fora d'água quando os papos sobre filhos e netos começaram. Desse ponto eu já quase não tinha o que dizer.
Quando o assunto mudou e elas começaram a sessão nostalgia, eu já era um túmulo. Mas eu digo nostalgia hard core: com data de validade vencida há mais de 40 anos.
E fez lembrar eu e Cris nesses últimos dias lembrando músicas dos anos 80 e dando boas gargalhadas. Será que a gente vai continuar lembrando disso nos próximos 40 anos?
Enfim. Quando o assunto passou a ser Viagra eu me perguntava o que eu ainda estava fazendo ali.
Eu não sei a que conclusão chegar. Foi uma delícia vê-las todas tão bem dispostas e não se enganem: a maior idade é super divertida! Porém eu achei difícil de me entrosar e não por uma incompatibilidade de línguas: afinal mulheres em todos os lugares do planeta têm netos e passam pela fase 'viagra'. Mas por uma incompatibilidade de idade.
Por um lado eu não tinha nada a acrescentar e por outro eu até as deixava um pouco constrangidas, já que certas coisas estavam a ser ditas aos sussurros.
Decidi sair mais cedo e deixa-las mais à vontade.
Olha, quem sabe daqui a 40 anos eu volte a escrever sobre isso? Sobre uma menina tão novinha que estava na nossa mesa enquanto relembrávamos, super empolgadas, músicas dos anos 80. Sim, sim: aquelas músicas do século passado.
Primeiro eu gostaria de pedir desculpas pela ausência de textos para o pessoal que passa todo dia por aqui.
Estou num misto de falta de inspiração e correria doméstica.
Estamos prestes a mudar de casa e aí já viu como é: planejar mudança, ir em busca de caixas, comprar coisinhas que faltam pra casa nova. E também eu não caibo em mim de excitação. Isso porque, finalmente, depois de 2 anos, eu vou voltar a ter uma SALA na minha casa.
Exatamente, você leu bem, meu amor: sala. A pessoa só compreende a importância de uma sala quando não a tem.
Também ando treinando o meu cavaquinho. Já agora, alguém conhece um professor de cavaquinho? Eu preciso de um professor urgente.
Hoje está fazendo um dia quente, raro pra Inglaterra. Vamos sair daqui a pouquinho e não sei porque já estou sentindo que isso é despedida do verão...
Aparece-me essa senhora francesa esses dias querendo comprar cortinas. Eu querendo ser simpática, logo que ela diz ser francesa eu puxo conversa dizendo:
- Engraçado, todo mundo acha que eu sou francesa pelo meu sotaque!
Ela vira pra mim e diz:
- Você não pode ser francesa: é muito escura.
Eu passei-me. Juro! Claro que eu não disse nada, mas me desconsertou. Como que ela pode dizer uma coisa dessas quando eu mesma já vi francesas de pele bem mais escura que a minha? E as gerações de franceses filhos de argelinos. Não são franceses?
Enfim, o atendimento continua.
Ela queria uma estampa com um fundo creme e detalhes em cor de rosa e verde. Eu de pronto ofereci um tecido que tem todas essas cores, só que a estampa são pequenas flores de lis. Ela vira pra mim e diz:
- Nós na França somos republicanos.
Passei-me de novo.
- Ah, claro!
O quê mais eu podia dizer???
Podia oferecer um outro tecido, só que tecido este bem 'inglês'- já que ela tinha todas essas mesuras com patriotismo - fiquei meio assim de oferecer.
- Olha, eu tenho esse tecido aqui que é muito popular entre os donos de cotages (casinhas de campo tipicamente inglesas).
Ela:
- Ah não: essas flores são bem francesas!
- Ok, você venceu: batata frita! (Eu não disse isso, claro!)
Então ela começa a teorizar sobre decoração:
- Mas com decoração é sempre assim, não? A gente tenta pegar um pouco da nossa cultura e colocar na decoração. Você não faz isso com seus clientes?
E eu:
- Mas eu ofereci a senhora uns linhos que são de fato brasileiros. E não só porque são brasileiros, mas porque é o que as pessoas usam muito por lá.
- Não, não. Refiro-me às dançarinas, os coqueiros...
Pára tudo: a mulher quer que eu ofereça um tecido com uma passista estampada??
Eu logo vi que isso de querer uma estampa verde e rosa só ia dar na Estação Primeira de Mangueira.
Gente, o circo tá pegando foto e o povo tá tentando se manifestar. Tou aqui de longe e já tou vendo a galera ir pra rua dizer que não tá gostando do que está vendo. Quer saber? Demorou muito e já não era sem tempo.
Como eu não posso ir pra passeata, tava ficando agoniada em não poder fazer nada. Até que eu descobri esse site aí e fiz minha parte caminhando 2 metros.
Também tá indignado? Não tem tempo de fazer faixa e ir pra rua? Então clica lá.
Estou eu aqui em mais uma tarde de férias pela net e como fazia um tempo que eu não xeretava pelo Orkut, pensei 'porque não?'.
Então lá fui eu ver as comunidades que meus amigos participam. Aí me bateu mais uma vez a verdade: eu sou a pessoa mais desorientada que eu conheço.
Mal se abre a segunda página das comunidades desses amigos e já se sabe do que a pessoa gosta como profissão e como hobby. Deixando de parte àquelas comunidades do tipo 'ex-alunos do colégio x' ou uma ótima que eu achei hoje: 'eu tocava a campainha e corria' (é verdade sim...), vê-se que todo mundo tem gostos bem definidos.
Os amigos jornalistas estão em todas as comunidades possíveis e imagináveis sobre jornalismo. Os de filosofia estão em várias de filosofia. Pessoal de cinema, em todas de cinema e por aí vai.
Enquanto ia vendo isso, o desconforto ia subindo, até que eu criei coragem logo e fui dar uma olhada nas minhas comunidades.
É, meus amigos, sou assim mesmo: perdidinha. Nada faz sentido, eu gosto de tudo e de nada ao mesmo tempo.
Escolher o que eu quero ser quando crescer tem sido difícil há muito tempo já.
Mas enfim, vamos à análise: têm muita coisa relacionada com música e arte. Algumas do tipo 'orgulho de ser nordestino' e uma comunidade de sociologia.
Talvez eu devesse ingressar pela sociologia da arte, me especializando em arte nordestina.
Hmmm, quem sabe?
Olha o neném mais novo da casa: agora somos uma família feliz de um casal e três instrumentos de cordas!
Quando fomos ao Brasil dessa vez eu fiz questão de comprar um cavaquinho.
Eu adoro cavaquinho e pandeiro!
Perdoe amigo rock'n'roll, mas eu adoro samba e vocês não sabem o que perdem. É uma pena quando as suas opções são tão limitadas: Led Zepellin é tão lindo, mas também o é, e tanto, Cartola.
Eu já tentei tocar violão, mas a minha mão é muito pequena pra abarcar o braço do violão. Então uni uma coisa à outra e decidi pelo cavaquinho.
Meu bêbe é lindo: lourinho na frente, com 3 sinalzinhos na parte de baixo. Mais escurinho por trás tem duas marquinhas que parecem as das ancas de uma mulher. É lindo!
Abdiquei às unhas grandes com prazer e até calinhos já estão se formando na pontinha dos dedos. Já consigo tirar alguns sons sem fazer o coitado reclamar de dor (nesse caso ambos: o cavaquinho e André) e a minha primeira música, com um pouquinho mais de treino, já já sai sem intervalos!
Ai que eu não caibo em mim de empolgação!
Antes que eu fique ainda mais envolvida com a volta do meu dia-a-dia inglês, não posso deixar de falar das coisas ótimas de minha terra. É, porque, a tirar pelos últimos posts, mais parece que foi tudo horrível.
Muito pelo contrário. Esses foram apenas um daqueles detalhes que antes passavam desapercebidos, mas que pra mim saltou aos olhos e tive que falar logo.
Mas ir ao Brasil, à João Pessoa, foi ótimo sob vários aspectos.
Família. Ver a carinha das pessoas. Como estão crescendo e envelhecendo. Ver que graças à Deusa estão todos bem! Com exceção dos cachorros: Kika e Ralph que já estão bem velhinhos...
Ótimo rever os amigos! Velhos amigos e amigas do peito, irmãos que a gente escolhe, e que o tempo vai provando que eles e elas continuam ali. Que mesmo separados por anos de ausência, ainda dá pra bater aquele papo como se nos tivéssemos visto no último fim de semana. Amei rever todos vocês!
E adorei conhecer os novos! Ver as meninas blogueiras, todas que se lêem, mas que eu não nunca tinha visto pessoalmente. Foi lindo!
Tomar água de coco, meu sorvete de tapioca da Friberg, comer muita tapioca, tomar o caldo de cana da Mundial Lanches. Nossa que só de lembrar já me dá água na boca!
Comer o bode que Vovó cozinha em ocasiões especiais only.
Estar na estréia do vídeo do meu irmão. Vê-lo agradecer a presença da família e parecer não acreditar que eu estava de fato ali!
Ir à praia e sentir a água do mar tão morna. Tantos anos que não sentia isso!
Estar saindo de casa pra encontrar o povo às 10:30 da noite, quando aqui há essa hora estamos nos preparando pra tomar a última rodada.
Tomar banho frio de chuveiro e achar uma delícia.
Ver como o dia é tão claro. De uma clareza quase indecente.
Ouvir o Bem-te-vi! Lindo, lindo!
Ouvir a língua, o sotaque, falar nessa mesma língua... Que saudade!
João Pessoa, minha linda, foi ótimo revê-la. E mal posso esperar pra sempre retornar aos seus braços tão mornos: te amo muito!
Bem lembrado Aline, porque eu tinha mesmo me esquecido: tão votando o cartão postal de João Pessoa. A votação se dá no site do Jornal da Paraíba e é só até hoje (passem lá na Aline, ela tá com texto sobre Jampa que é lindo de morrer!).
Já deu pra ver que eu escolhi a Lagoa do Parque Solon de Lucena. Sempre tão linda, ainda mais quando os Ipês amarelos estão em flor! Já votei pela beleza que tenho na lembrança dos tempos de menina. Agora falta a prefeitura limpar a coitada que está praticamente aterrada.
Essa foi práticamente a minha reação quando terminei de ler essa semana Aritmética da Fernanda Young.
Gostei muito do livro. Acho que muito marmanjo não escreve com a honestidade que ela escreve ao narrar a história através do olhar masculino.
Mas o chato é o fato dela propôr contar uma história, que pela sua métrica já era mais que interessante, e acabar se envolvendo mais com um personagem coadjuvante, que diga-se de passagem é ela mesma: tem as mesmas neuras com cabelos encravados, física quântica e escrementos.
Enfim. Seria legal que ela tivesse resolvido melhor a trama central e não se detido tanto nas margens. Como dizia numa crítica que li sobre o livro dela (e que eu não lembro onde), o livro mais parece novela da Globo.
Mas eu continuo fã dela e continuo admirando a sua coragem.
Tamancos Aéreos Portugueses? TAPa? Chame como quiser, mas o fato de fazerem piada é porque alguma coisa ta errada.
Tudo isso que tenho escrito sobre o Brasil deveria na verdade ter sido iniciado com uma boa pedrada na TAP.
Tão frustrada fiquei que conjurei aos quatro cantos que nunca mais na vida viajaria por essa empresa. Claro que da próxima vez, se tiver que comparar preços e a TAP for a mais barata (como foi), vamos acabar viajando por ela. Mas reparem: é por uma questão de pobreza estudantil, porque por dentro e se eu puder, NUNCA MAIS MESMO eu viajo nessa droga.
A falta de respeito pra com o consumidor é de uma coisa assustadora. Vou passar a lista do que houve:
- O vôo atrasou 40 minutos em Londres, sem sabermos exatamente porque.
- Quando enfim chegamos em Portugal pra conexão, já em cima da hora, não tinha uma alma viva pra nos orientar.
- Corre pra um lado, corre pro outro, chegamos no portão de embarque faltando 5 minutos pra encerrar o embarque e o filha da mãe não nos deixou entrar.
- Teve ainda a cara de pau de nos dizer que o avião estava na pista, mas que não poderíamos entrar.
- Descemos pra parte das transferências e cadê? Ninguém!
- Por meia hora ficamos, um grande grupo, perdidos, sem saber pra onde ir, sem ter um único funcionário da TAP pra dizer sequer que não sabia de nada.
- Afinal decidimos entrar no país e qual nossa surpresa? O balcão de transferências ficava depois da imigração. Que prático! Que conveniente! Que burrice!
- Ficamos mais uma boa meia hora fazendo fila pra ninguém sabe o quê, sem que ninguém dissesse o que seria da nossa vida: se viajaríamos, se ficaríamos, as nossas malas...
- Enfim a figura, muito petulante por sinal, nos diz que pernoitaríamos em Portugal.
Agora me diz: eu tirei apertadinhos 20 dias de férias. Depois de 2 anos e meio sem ver minha família, esse dia perdido em Portugal tem preço? Eu acho que eles pensam quem tem. E que é hotel bonitinho, refeições, táxi e ligações pra casa, tudo pago. Filhos da mãe! E o pior de tudo é que diante de tanta falta de respeito ainda tinha gente batendo palminha pela noite de graça em Lisboa. Ai que eu ainda tenho uma úlcera.
- Dia seguinte durante o embarque. Em Lisboa faziam 36 graus, um calor do cão e eles nos fizeram esperar 40 minutos contados no relógio, dentro do ônibus que nos levaria até o avião. E ainda diante do avião, o cara não abria a porta do ônibus. De certeza eles acreditam transportar bois e vacas.
- Nosso vôo era suposto ir direto para Recife. Mas não! Em cima da hora ficamos sabendo que o vôo tinha uma escala em Natal. Mais uma hora esperando em Natal parecia que eu nunca mais chegava no lugar certo. E o mais chato é que pro pessoal que embarcou em Natal, a 'escala' em Recife também era desconhecida. É piada, né?! Porque me dá vontade de gargalhar!
- E pra fechar assim bem bonito, a clássica: abriram a nossa mala! Não sei como não tiraram nada de dentro. Disseram que foi a Polícia Federal, porque mala desacompanhada é aberta, blá blá blá. Eu não acredito. Porque a PF não precisa abrir mala de ninguém escondida. E o flagrante? Enfim, meu cadeadinho que me acompanha há cinco anos foi perdido.
Desculpem o post tão extenso. Mas é que eu tinha que lavar a minha alma. Pegamos todos os formulários que pudemos pra fazer todas as queixas. Só que esses são formulários da própria empresa e que ficariam mofando em alguma gaveta com certeza absoluta. Como tudo é tão burocrático, preferi escrever nesse meu singelo veículo. Aconteceu comigo, me senti extremamente desrespeitada e ofendida. O vôo de volta foi mais civilizado, mas isso não apaga o que aconteceu e nem me devolve o dia perdido, longe de minha família. Sem dizer que todos que perderam esse vôo vinham com histórias recorrentes, de como já é praxe ficar uma noite em Lisboa se a sua escala for apertada.
Fiquem de olho: se viajar pela TAP, leve uma muda de roupa extra. Pelo menos assim você fica limpo, apesar de sua paciência já ter ido pelos ares.
A TAP realmente é uma tapa na cara do consumidor.
Pode parecer que eu só vi o lado ruim da coisa, mas acreditem em mim: não é isso não.
Mas é que é difícil deixar passar esses dois detalhes tão marcantes, que provavelmente quem está lá nem note: no Brasil ninguém dá troco e nada acontece na hora marcada.
Estou eu na farmácia, dou o dinheiro e o troco me vem faltando 5 centavos. O pior é que a dona nem se dignifica a dizer: "olha, tão faltando 5 centavos". Eu que olho e pergunto pelo meu dinheiro. Ela vira e diz:
- Ah é, ta faltando 5 centavos.
E eu fico com aquela cara de "E?".
- Quer um band-aid?
- QUERO!
Da outra vez foi comprando um cd por R$ 9,99. Eu já fico puta com esse quebradinho 0,99. Porque não arredondam essa droga logo de uma vez. Isso é uma febre que está espalhada pelos quatro cantos do mundo. A diferença é que aqui eles te dão o troco. Um centavinho que seja, um penny, mas eles te dão. Enfim.
- Vou ficar lhe devendo 1 centavo.
Dá vontade de dizer: "Pois amanhã eu passo aqui pra cobrar!".
Como diz minha amiga Cris, o povo no Brasil acha que 1 centavo não é dinheiro. Que fazer questão de 1 centavo é passar atestado de pobreza.
Gente, 1 centavo É DINHEIRO!
Agora, a questão do atraso foi na verdade falta de costume nosso. Porque eu lembro que já era de praxe se atrasar pelo menos meia hora. A gente é que dessa vez não deu conta.
Por exemplo? Show do Cabruêra: "22:00 horas"? Ou será meia-noite?? Pois bem, lá estávamos nós às 10:00 h, varrendo o salão do bar dos artistas.
Oh céus! Como é que ninguém reclama?